A perícia confirmou que o corpo encontrado enterrado em uma área de mata, em Búzios, na Região dos Lagos do Rio, é de Fabiano Rodrigues de Oliveira, desaparecido desde 26 de julho. A confirmação foi feita nesta quinta-feira (13), após os exames realizados pelo Instituto Médico-Legal (IML).
O corpo foi localizado na quarta-feira (12), durante as buscas realizadas pela Polícia Civil para tentar encontrar Fabiano. Ele estava enterrado em uma cova em uma área de mata no bairro Baía Formosa, nas proximidades da Rua Amélia de Carvalho.
Fabiano desapareceu na madrugada de 26 de julho, após ser alvo de um ataque a tiros na região de Baía Formosa. Depois do crime, ele fugiu para uma área de mata e não foi mais localizado.
Desde então, equipes da 127ª Delegacia de Polícia (127ª DP) realizavam buscas para tentar encontrar o homem. A investigação avançou na quarta-feira, quando os policiais conseguiram identificar o ponto onde havia uma cova com um corpo enterrado.
A localização foi resultado de diligências e de um trabalho de inteligência realizado pelas equipes que atuavam nas buscas. O ponto onde o corpo estava enterrado foi identificado durante a investigação sobre o desaparecimento.
Após a localização, o Corpo de Bombeiros foi acionado para auxiliar na retirada do corpo. A área foi isolada e preservada para a realização da perícia. O corpo foi levado para o IML de Cabo Frio, onde foram realizados os exames que confirmaram a identidade de Fabiano.
Com a identificação, a Polícia Civil intensificou as diligências para esclarecer a morte e chegar aos responsáveis. Segundo o delegado Lauro Coelho, da 127ª DP, a investigação já possui uma linha definida e alguns suspeitos foram identificados.
“Já temos uma linha de investigação definida e alguns suspeitos. Em breve, os responsáveis serão punidos”, afirmou o delegado.
O delegado disse ainda que a investigação está na fase final, mas que a polícia evita divulgar detalhes para não prejudicar as diligências, já que os responsáveis pelo crime podem saber que estão sendo procurados.
“Estamos na fase final da investigação. Faltam algumas diligências para que a gente consiga concluir o trabalho e ter um resultado”, afirmou Lauro Coelho.
A Polícia Civil não informou quantas pessoas são investigadas nem quais são as suspeitas levantadas durante a apuração. Segundo o delegado, faltam algumas diligências para a conclusão do trabalho e para que os responsáveis pelo crime sejam responsabilizados.






















